Criar ou clonar uma função própria
O caminho habitual para uma função própria é «clonar»: pega na que está mais próxima e altera as diferenças. Começar do zero significa marcar sessenta caixas e esquecer uma. A escrita passa por add_role() e WP_Roles do WordPress — o que aqui surge fica depois na opção wp_user_roles e continua a funcionar mesmo quando o plugin já lá não está.
Criar uma função
- Abre a entrada «Kakapo Roles» no menu do WordPress — com o white label ativo tem o nome aí definido — e na barra lateral esquerda, em «Funções e permissões», escolhe «Funções».
- No cartão de cima introduz o nome visível, por exemplo «Redação».
- Deixa o campo «Slug» vazio se deve nascer do nome; caso contrário, introdu-lo tu.
- Guarda. A nova função recebe automaticamente a permissão «read» — sem ela, um utilizador autenticado não veria sequer o seu próprio perfil.
- Depois define as restantes permissões em «Matriz de permissões».
Clonar, renomear, eliminar
- «Clonar» cria uma nova função com as mesmas permissões; depois alteras só as diferenças.
- «Renomear» muda o nome visível, não o slug — os slugs estão na base de dados junto dos utilizadores e por isso não são tocados.
- «Eliminar» exige uma função de destino para os utilizadores que têm a eliminada. Sem isso teriam uma função que já não existe e não poderiam fazer nada.
- As cinco funções que o WordPress traz — administrator, editor, author, contributor, subscriber — não podem ser eliminadas.
A reciclagem é a única volta atrás
O WordPress não guarda em lado nenhum uma função removida. O Kakapo Roles põe cada função eliminada, com todas as permissões, na reciclagem, até a recuperares ou a removeres de vez. A função volta com todas as suas permissões; quem a deve ter, atribuis depois em «Atribuir e migrar».